Sabia que a camisinha que a gente conhece hoje (e que muitos jovens ainda insistem na idéia absurda de não usar!) passou por uma mega evolução?
Há alguns séculos, as coisas não eram tão avançadas como são hoje, não. Saiba mais sobre isso agora e comemore: hoje em dia, com os preservativos que estão à venda em qualquer esquina, sem dúvida está muuuuito mais fácil evitar doenças! Descubra você mesma:
Em 1200 antes de Cristo...
No Egito Antigo, os homens envolviam o pênis em tripas de animais para evitar as doenças vindas com o sexo.
Já muito tempo depois, no século 16...
O médico italiano Gabriel Fallopius sugere colocar um saquinho de linho amarrado com um laço em volta do pênis.
E no século 17...
Ocorre uma volta do protetor feito com tripa de animais, agora desenvolvido pelo médico inglês conhecido como Doutor Condom para evitar filhos bastardos do rei Carlos II. “Condom”, aliás, é a palavra em inglês usada hoje para designar “camisinha”.
Finalmente no século 19...
Os primeiros preservativos de borracha aparecem no mercado: super grossos, esses preservativos eram lavados após cada transa e reutilizados pelos homens várias vezes. Só iam para o lixo quando a borracha estragava.
Chegando ao século 20...
A camisinha evolui: em 1901 ganha reservatório para o sêmen (aquele espaço na ponta) e em 1939 começa a ficar mais fina, flexível e descartável.
Hoje...
A camisinha está popularizada, há uma variedade de texturas e formatos e uma versão para as mulheres: a camisinha feminina. Uma única coisa não mudou: usa quem quer! E quem é esperto, claro! E você, faz parte desse time de gente esperta? Tomara que sim...
Laura Muller, jornalista e educadora sexual, membro da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana e autora dos livros “500 perguntas sobre sexo – respostas para as principais dúvidas de homens e mulheres” (Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2001) e “500 perguntas sobre sexo do adolescente – um guia para jovens, educadores e pais” (Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2005).